segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Nem sempre consigo ser "racional". Como já ouvi falar, somos mais culturais do que racionais.
Eu bem que podia esquecer tudo. Dar um lindo sorriso e deixar tudo passar.
Racionalmente falando, isso seria o mais certo, sensato, e inteligente a fazer.
Eu, como uma teimosa infantil, consigo, no máximo, olhar torto. No fundo, sei que não há futuro para tanta babaquice, mas, nada me faz mudar de ideia nesse momento.
Não consigo sorrir só pra agradar. Nem beijar cara de pau. Gosto de falsidade é péssimo e eu prefiro bala de hortelã.
Isso pode sim ser encarado como falta de maturidade.
Sinceramente nao tenho a obrigação de crescer tão cedo... E, por menor que seja o significado, melhor ser criança do que metidinha a adulta.
Legal é sorrir pra todo mundo. Difícil é gostar mais da metade!
To longe de ser melhor que alguém.
Mas to longe de ser quem eu nao sou pra agradar gregos e troianos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010



Dia cheio.
Cheio de stress, coisas chatas, trabalho, pessoas falando no teu ouvindo...
Dias que o cansaço domina... Bate aquela vontade de dormir e não podemos...
Bate aquela vontade de colocar a roupa mais confortável do mundo... Sendo feia, bonita, longa, curta...
Aquela vontade de tirar o calçado e deixar o pé respirar, livremente... No aconchego de nossa casa...
Dias em que as horas se arrastam e o maior sonho é estar na sua cama, esticadão, e esquecer de toda correria do dia...
Dias em que tudo ao seu redor parece estar indo rápido demais e quando você quer um abraço, todo mundo já foi dormir...
Obrigada Deus por estar ao meu lado e me fazer descansar nos momentos em que tudo está correndo demais...
E mesmo que nao haja ninguém para abraçar, eu sei que em Ti posso descansar... Posso te contar como foi meu dia, todos os problemas que eu tive que enfrentar... Todos os desafios que eu tive que vencer...
E agora, no fim do longo dia, posso deitar em Teus braços e descansar segura... E me renovar...

Me renovar porque amanhã começa tudo de novo e graças a Ti eu terei forças para enfrentar tudo outra vez...
Obrigada por estar comigo, por ouvir meus desabafos e jamais me deixar... Jamais me abandonar... Jamais fraquejar e ter dúvidas que me ama, imensamente... Sem igual...
Eu te amo Pai ♥
"Tu és a paz  pros cansados... Tu és"

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Agora me bateu uma saudade imensa daquilo que nem vivi ainda.
Do vento que ainda nao senti no rosto
Do abraço que eu nao ganhei
Da chuva que nao caiu
Da areia que eu nao senti nos pés
Da água me tocando...
Senti saudade do pôr do sol que eu não vi e da música que eu nunca ouvi antes...
Senti saudade daquele dia... Aquele... que eu nem sei se vou viver...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Chega uma hora que dá mesmo vontade de jogar tudo pro alto e sair correndo.
Vontade de não olhar pra trás pra ver o que aconteceu... Tocar o barco e esquecer das coisas que nos fazem mal, até altas horas da madrugada!
Eu, sinceramente, to cansada desse lenga-lenga.
Uma hora qualquer vou acabar enlouquecendo, mas antes que isso aconteça, aplico em minha vida alguma lei que deixe perto de mim só aquilo que me faz bem! Um dia eu chego lá.
As vezes acordo com aquela assim: "Vou fazer uma reviravolta na minha vida!". No dia seguinte, tudo continua igual.
Então... Quando eu já to sem ar, nervosa pra caramba, nao aguentando mais... Eu saio!
A verdade mesmo é que eu já to de saco cheio com meia dúzia de coisas que acontecem sempre.

 DE SACO CHEIO!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Toque de felicidade

Solidão.
É o que eu senti, durante todo o tempo que estava lá, sentada na areia...
Solidão acumulada, até a tampa, transbordando.
Caminhando, sozinha no espaço, sozinha no tempo, sozinha por dentro, por fora, de todos os lados.
O sol estava brilhando de um jeito diferente. Sem queimar, sem ferir. Brilhando, simplesmente.
O mar agitava-se com paciência, sem pressa das ondas irem embora, para longe de mim... Agitavam com um ritmo confortável, acolhedor...
Sentei e fiquei contemplando minha solidão. A essa altura, já era uma doce solidão. Solidão aconchegante, onde, mesmo estando sozinha, eu estava cheia de sentimentos que me envolviam, me faziam ficar ali e esquecer o resto do mundo.
O melhor de tudo, era o vento... Por mais sozinha que eu estivesse, o vento vinha, me tocava levemente, levava meus pensamentos embora e depois voltava, trazendo consigo toda a felicidade que eu senti naquele momento... E eu senti. Senti de verdade, senti intensamente... Senti tudo aquilo e fui feliz.


Acordei com a sensação de saudade, saudade  e vontade de voltar para lá, mesmo sozinha, mas com o toque de felicidade que só existe dentro da areia, do mar, do vento, de mim e da minha doce solidão...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Melhor do que amar... é amar quem te ama. E não vem com essa de amor a primeira vista.. Meu amor por você vai além da primeira impressão... Além do primeiro olhar, do primeiro beijo...
Meu amor vai além dos problemas e é maior que todas as dificuldades!
Meu amor é idiota. É bobo. Teimoso. Gentil e precioso.
E por mais egoista que eu seja, como ser humano, não quero pensar só em mim... Não quero fazer só o que me agrada e nem estar em uma linda bolha vazia de tudo, cheia de mim.
E por mais difícil que seja o meu dia, é o meu amor por você que me faz sorrir ao telefone, me faz sorrir ao te ver e sentir o amor que há em mim, pra você ♥

"Obrigada por não me deixar ir
quando eu disse: 'me deixe ir' "

Obrigada por estar ao meu lado, até nos momentos mais confusos ♥

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Sabe...
Tem tanta merda acontecendo, que, sinceramente, eu só consigo dar risada!
Não consigo entender como, nessas situações, meu humor parece que fica ainda melhor...
É o que? Pra rir ou pra chorar?
Então tá, obrigada por tudo, mas o meu humor, não tem preço ♥

"É pra rir ou pra chorar?
É pra ir ou pra voltar?
Pra seguir ou pra parar?
Pra cair ou levantar?
É pra rir ou pra chorar?
Pra sair ou pra ficar?
Pra ouvi ou pra falar?
Pra dormir ou pra sonhar?
É pra ver ou pra mostrar?
Aplaudir ou protestar?
Construir ou derrubar?
Repetir ou transformar?
É pra rir ou pra chorar?
Pra se unir ou separar?
Agredir ou agradar?
Pra torcer ou pra jogar?
Pra fazer ou pra comprar?
Pra vender ou pra alugar?
Pra jogar pra perder ou pra ganhar?
Dividir ou endividar?
Dividir ou individualizar?
É pra rir ou pra chorar?!"
Gabriel o Pensador

=(

Seres humanos? Arredios por natureza?

Desde de quando falta de respeito é da nossa natureza?
Desde quando tratar os outros com falta de educação é desculpas pelo stress do dia a dia?
Se seu dia não amanheceu bem, o que é que as pessoas têm com isso?
Umas das coisas que eu fico pensando, é porque descontamos nos outros os nossos problemas? Você fica feliz por magoar alguém, só porque você está magoado?
Pois é, se o trânsito tá horrível, o seu companheiro de trabalho não precisa levar uma patada!
Posto de saúde é o lugar onde podemos encontrar os melhores exemplos disso! Enfermeiras carrancudas, cheias de rugas de mau humor... Te tratam como se tivessem fazendo um favor pra você. Fazem a maior da burocracia onde seria tão simples resolver as coisas. Empurram pra um, empurram pra outro e lá se vai nossa manhã de segunda-feira.
O pior é que as pessoas de boa vontade acabam sem muito espaço pra agir e fazer seu trabalho como deve ser feito... Tem sempre alguém pra impacar!
Na verdade, não basta estar doente, você tem que ter paciência, muita paciência...
Eu detesto mau humor. Detesto enfermeiras impacadas. Detesto atendentes cavalas.
E não vem com essa de que ser humano é arredio por natureza. Pra mim, isso tem é outro nome!
É claro, sempre têm aquelas que te tratam bem demais, os médicos queridos e tudo mais... Mas é foda te tratarem com impaciência e arrogância...
Por isso que tem que pensar trezentas mil vezes antes de ficar doente... principalmente se você precisa usar o sistema de sáude público.
Saudade daquelas enfermeiras fofinhas, gordinhas, de óculos e coração bom =/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sabe que as vezes me pergunto profundamente porque as pessoas excluem tanto umas às outras.
Mesmo nós, seres dependentes uns dos outros, insistimos em achar que somos bons o suficiente para não precisar de ninguém. Para falar todos os "defeitos" que os outros têm e deixar os nossos de lado, com o nosso nariz impinado, achando que somos demais.
Achamos que os outros nunca serão bons o suficiente pra nos acompanhar, fazer parte do nosso ciclo de amizades.
Seres tão limitados. Isso. Somos tão limitados que, quando ficamos doentes, precisamos de ajuda para ir ao banheiro!  E depois de tanto precisar, simplesmente ignoramos todas as pessoas que pensam diferente...
Eu nao gosto de piada de nordestino. Não gosto de piada de negro. Não gosto de piada de português e nem de loira.
Não vejo a menor graça ridicularizar a diferença, só porque achamos ser melhores... Só porque o nosso cabelo é mais liso, o nosso nariz é mais fino e a nossa mente é mais fechada.
Não consigo entender como o ser humano pode ser tão ridículo, tão pequeno e ainda se acha o máximo.
Não consigo entender porque a diversidade não é encarada como algo tão legal... Não precisamos concordar com tudo, nem devemos, acredito. No mínimo, deveríamos um pouco mais de respeito. Parar de achar que rir dos outros é legal e olhar pra nossa própria bunda suja!


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

"Prometa que eu serei pra sempre seu. Prometa que não dirá outra palavra."

Promessas, promessas, promessas, promessas, promessas.
Num toque de amor e de insegurança a gente escuta uma promessa e se sente aliviado por dentro, como se amanhã não fosse, realmente, chover.
Pra dizer bem a verdade, eu também já prometi e acabei não cumprindo. Seja por descuido, esquecimento, falta de vergonha na cara ou algo assim.
Mas, por mais desmazelada que eu seja, por mais desastrada e inconsequente, no fundo, eu nao gosto de sair falando pelos ventos, como se as pessoas não tivessem sentimentos.
Eu nao gosto de dizer algo que amanhã já não sei se vai ser aquilo.
Sério, me desculpe se eu já fiz isso, espero mesmo que você tenha me corrigido pra eu nunca mais fazer isso, nem por pensamento.
Agora, quer saber algo que realmente me magoa e por um bom tempo?
É ouvir algo hoje e acordar amanhã, sem saber se aquilo ainda está na validade.
É ouvir algo hoje e dali a uma semana, não saber se eu ainda posso me apoiar naquilo ou ficar aliviada por saber que as coisas não mudaram de uma hora pra outra.
Então, na boa... Não me diga nada, NADA, que você acha que vai mudar de ideia.
Não me fale algo que você acha bonito só pra me agradar. Não me diga que as coisas não mudam, por que elas mudam, o foda é quando mudam pra pior.
Minhas promessas continuam em pé. Minhas POUCAS promessas continuam valendo.
Minhas vontades também, minha insegurança também e a merda dos meus medos também.

Poxa vida!

(Wagneeeer, eu te amo seu lindo!) 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Não consigo entender
o porquê do seu amor
mesmo sendo quem eu sou
Ele me ama..."

"Tu és minha fortaleza, pra sempre confio em Ti"


JESUS ♥

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

"Desculpe
Estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei
Errado e eu entendo

As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava...

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?

Foi muito pouco ou quase nada "


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

"Eu tenho outra confissão, meu amigo
Eu não sou um idiota
Estou ficando cansado de recomeçar
Em um lugar novo
Você nasceu para resistir ou para sofrer abusos?
Eu juro que nunca vou desistir
Eu me recuso"

Estou cansada de tentar, tentar, tentar de novo...
Eu não vou deixar que se perca o brilho, que se dê as costas e não volte mais.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ando muito melancólica! HAHAHAHA.
Ultimamente tenho olhado mais para as dificuldades do que para o lado bom das coisas!O que que há?
Tenho bom humor, muito raro eu estar mal humorada, mas ando mesmo meio jacu ultimamente. Então, cá estou para declarar minha jacusisse!
Gente, descobri que sou reclamona também! Sério, tinha uma leve desconfiança, mas já consegui comprovar! Sou reclamona sim!
Isso deve ser ruim pra caramba, imagine, se eu continuar assim, quando eu ficar velhinha, lá vai a Tia Aline reclamando da vida. Nada legal xD
Como estou numa correria gigantesca nos últimos dias, aí fico mais chorona ainda. É algo errado aqui, algo ruim ali... Vamos parar né?
Vamos parar de reclamar tanto e relaxar a tanga apertada!
Estou aqui desabafando porque não dá só pra contar vantagem das coisas, tem que contar o lado jacu e chato também! Claro, nao vou contar tudo, "quero manter a moral que eu tenho dentro dessa casa!"
Sou legal para me inturmar, mas no fundo, eu nem gosto de você, tá? ♥
Beijo terça-feira resmungona.


(Obs.: Gente, obrigada as pessoas que seguem o blog e os que dão uma passadinha por aqui =) É bom compartilhar minhas ideias com vocês! Também, fiquem a vontade para opinar e conversar, tá? =D Abração!)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tenho a certeza de que já perdi muitos dias, sem um sorriso... Tenho a certeza de que eles nunca mais voltarão e ser feliz é algo pra hoje, ontem já não há mais tempo.

Tenho milhares de dúvidas, de inseguranças... Que não saem, não me deixam, não evaporam e nem passam com o raiar do dia.
Cada dia mais sei que cada coisa que eu souber não é nada, perto do que eu ainda preciso entender...
E por mais que meu abraço sufoque, ele é a coisa mais pura que eu tenho para dar. A coisa mais difícil, mais fácil, mais importante e mais insignificante. Talvez eu quisesse conversar, dar um pouco de risada em meio ao estresse do dia a dia. Talvez eu quisesse ouvir uma boa música, o som da respiração.

Tantas palavras, tantos sonhos, tantas vontades, tantas saudades... E no fundo, ainda existe um pouco de solidão.

domingo, 21 de novembro de 2010

E é quando eu escrevo e sinto.
De verdade mesmo...


E cada vez que eu paro para pensar nas coisas que passaram, me atormento. Não sei como consegui tudo, e como estou em pé hoje? Não sei.
Não sei como os dias passaram, se arrastando, mas passaram... Isso eu também não sei.
Bateu um medo de viver tudo aquilo de novo. De perder tudo de novo. De sentir tudo de novo.
De não ser forte de novo.

domingo, 14 de novembro de 2010

"Tem gente que está do mesmo lado que você, mas deveria estar do lado de lá.(...)
Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo!"

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

...

"O que seria da tua beleza
se eu fechasse os meus olhos para você?
Do que adiantaria essa tua ideologia
se a tua própria liberdade se transformasse em opressão?


Escute o meu silêncio"
(Detonautas)

(E o que mais eu preciso dizer?)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Grande dia!

Poxa vida, hoje estou muito feliz porque consegui aproveitar cada instante do meu dia e conquistei um dia lindo.
Fui na APACN à tarde ( pra quem não conhece o lugar e o que acontece lá, lá vai o site: www.apacn.org.br), um lugar que quero, com toda certeza, voltar mais vezes. Essa tarde, que eu tive um contato direto com crianças com câncer, pude perceber o quanto nós, pessoas "saúdáveis" (as aspas são muito oportunas, já que em determinados momentos da vida, a gente se pergunta se somos mesmo saudáveis de mente, de corpo, quando deparamos com pessoas com doenças, mas que possuem um sorriso no rosto. Quando lembro do mau humor das pessoas, e o meu também, me pergunto quem é mais saudável.) nos limitamos a nós mesmo e passamos a ser egoistas também! Pessoas precisam de nós todos os dias. Precisam da nossa disposição, do nosso trabalho, da nossa saúde, da nossa ajuda; e nós? Simplesmente damos uma risadinha sem graça e afirmamos não "ter tempo nem para respirar direito".
Com certeza foi uma experiência mais do que especial pra mim; passar a tarde com quem tem tanto amor pra dar.
Depois, assim que cheguei em casa, recebi uma notícia maravilhosa, que nao vou colocar aqui, desculpem =/, mas que apenas deixou meu dia valer ainda mais a pena.
Porque valeu a pena! Acordar cedinho, mesmo com um pouco de sono e abrir o coração para ter um grande dia.
Como estou fazendo uma reportagem fotográfica com as crianças da APACN, vou colocar aqui algumas fotos.
Grande abraço, grande experiência, grande notícia, grande dia!

(Obs.: As fotos que não aparece o rostinho da criança é por que não obtive autorização para veicular sua imagem)






Caroline (esquerda), Janete (direita). Mãe, filha e a luta pela mesma causa.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010




Eu entendi que o mundo pode estar uma bagunça, estar com as coisas fora do lugar... Mas posso correr para dentro de mim quando nada der certo. E me refugiar lá dentro, onde consigo descansar.
Também compreendi que posso ter o melhor emprego do mundo, os melhores amigos, os melhores pais, o melhor namorado, posso estudar no melhor lugar do mundo... Mas enquanto as coisas dentro de mim estiverem machucadas, vulneráveis e inseguras, nada do que está lá fora pode me deixar feliz.
Hoje, depois de toda tempestade, já posso sorrir e descansar dentro de mim, onde eu consigo ficar bem comigo mesma. E ter um instante só para mim. Um momento só meu.
"Um dia você aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
(Shakespeare)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


É quando eu acordo com a consciência meio atrapalhada e respiro, acordo de novo, respiro, acordo mais uma vez e, finalmente, percebo:

HOJE É SEXTA-FEIRA.

E aí me lembro porque eu gosto tanto desse dia... Sexta é amor no ar ♥.

Sexta-feira tem um gostinho diferente, um tom mais claro, um sabor mais evidente pra mim.
Boooooom dia vida!!! Hoje eu te amo mais uma vez.

domingo, 10 de outubro de 2010


" Se acelero os passos sigo a voz do meu coração" (Detonautas)

É sempre mais fácil agir com intolerância do que sentar, conversar e entender a razão dos fatos terem tomado aquele rumo. É mais fácil fechar os olhos do que tentar ver a verdade e entendê-la, ou ao menos buscar isso.
É mais fácil julgar, rir, continuar andando, olhar para o alto, tapar os ouvidos, do que abrir o coração e, realmente, entender as pessoas e as causas que as fazem desistir.
É bem mais fácil complicar.
É mais fácil impinar o nariz do que admitir que você sempre pode aprender, mesmo que você já tenha um conhecimento no assunto. Porque, afinal, somos racionais demais para entender que precisamos uns dos outros.


Não to me referindo a ninguém. O que eu escrevi serve, antes de tudo, para mim mesma. Tenho consciência disso, mas nem sempre me lembro que para que seja real, é preciso colocar em prática, todos os dias.
Talvez seja esse o próximo passo. Um próximo degrau.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010


Hoje estou aqui para dizer que estou muito feliz por saber que certas pessoas andam visitando meu humilde blog. Fico mais feliz ainda em saber que mostram meu blog para seus amigos! Valeu, hein!
Muito bacana saber que mesmo as pessoas não gostando de mim entram aqui para ver as coisas que eu escrevo. Se o conteúdo é bom ou não aí eu já não sei, afinal, as pessoas não comentam!
Mas, considero bem legal que posso compartilhar pensamentos até com as pessoas que querem distância de mim, mas que procuram meus textos para me conhecer um pouco melhor.
Só não precisa ficar com vergonha! Se eu receber comentários contrários do que eu penso, eu nao vou chorar e nem ficar magoada. Eu até vou pensar no assunto, e quem sabe eu nao mude de ideia? Pois é, sou meio "metamorfose ambulante" mesmo e nem tenho medo de parecer indecisa.
O bom é que blog não é como orkut que você vê o nome da pessoa que te visitou, assim, não se corre o risco de inibir ninguém e ninguém deixar de entrar aqui por eu pensar que a pessoa se preocupa com a minha vida ou quer virar minha amiguinha. O máximo que eu tenho é um contador de visitas, que nem é tão eficiente assim. Acho que vou mesmo querer ficar na curiosidade.
No mais, é isso. Gosto de escrever, principalmente pra mim mesma. Criei um blog com o intuito de desabafar, reclamar, declarar, fazer algo útil, guardar instantes e sentimentos que já passaram. Compartilhar com as pessoas é legal pra mim.
Geralmente quem me odeia vai me odiar mais ainda e quem gosta de mim vai continuar gostando, porque aqui, não escrevo nada daquilo que eu nao acredito, nao penso, nao sinto. Não me sentiria nada bem em entrar aqui e ler meus textos, com a sensação de que nao foi eu quem escreveu.
A Aline Lima do blog é a mesma Aline Lima que você encontra no terminal, dá uma olhadinha e disfarsa. Ou aquela que você dá bom dia e boa tarde. Ou aquela que você já deu um abraço e foi embora.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

?


Me deu uma vontade imensa de escrever hoje, mas escrever o quê?
Hoje não estou nervosa, e, geralmente, quando estou nervosa consigo escrever sem problemas. Mas, será que só se eu estiver bem fula da cara consigo escrever algo que saia dos rascunhos?
Como sou uma pessoa bem dramática, vou ficar aqui escrevendo sobre minha vida.
Ultimamente tenho estado muito bem! Está frio e isso me deixa com o bom humor em alta! As vezes guardo todo meu bom humor pra mim, coloco meu casaco e saio.
Dias quentes me deixam nervosa, com falta de ar e com saudade, muita saudade, de me entupir de roupas, muitas roupas.
No inverno consigo levantar 5:30 da manhã com bom humor, com vontade de fazer as coisas com ânimo e tudo mais. Sinto frio, muito frio. Consigo ser feliz com o nariz vermelho e doendo, além de muito vento no meu rosto todo.
Já fiz questão de deixar a janela do ônibus aberta só para o vento me congelar, de verdade.
Não gosto de reclamar do frio. Se eu reclamar, é só da boca pra fora, por puro costume de dizer: "nossa, que frio!!!". Mas, no fundo, eu gosto é de reclamar do calor, porque é ele que realmente me incomoda. Também não gosto muito da cara de bunda das pessoas quando elas saem de casa num dia forte de inverno; não tá feliz? volta pra casa, toma um chá quente e melhore.
Sem contar que qualquer comida é boa no frio! Água gelada é uma delícia, gelatina faz a gente tremer, sopa é sinônimo de perfeição. Pera lá, a sopa da minha mãe é sinônimo de perfeição. Já tomei muita sopa ruim, como a do meu pai por exemplo. Tadinho, ele bem que se esforça, mas não dá pra disfarsar o desastre.
Pelo menos, na minha sopa, nunca teve uma mosca.
Aliás, no frio as moscas somem, é tão bom.
Parece que os pernilongos explodem, e, finalmente, a gente dorme em paz.
Dormir...
Dormir no frio é algo extremamente maravilhoso, pelo menos pra mim.
Eu nao faço a mínima ideia porque estou escrevendo tudo isso e aposto que você, meu leitor fiel, também não. hahahaha. Faz parte.
Então é isso. Minha vontade de escrever já acabou, então vou parar, antes que fique chato.
Beijo do gordo, uou.

(obs.: gostei da coruja, por isso ela ta ai.)

sábado, 11 de setembro de 2010

Maldito Dinheiro


Sempre ouço as pessoas dizendo: "Dinheiro não traz felicidade!"
Ta, pode até ser que não traz, mas o que o dinheiro compra sim pode nos dar muitas alegrias e nos satisfazer materialmente.
Infelizmente, ou nao, todo mundo precisa de dinheiro. Nao há mais como sobreviver sem essas notinhas coloridas... Se você não tem dinheiro, você nao tem amigos, nao tem identidade, nao tem direitos, muito menos o direito de ser feliz.
Sem dinheiro você é visto como uma pessoa inútil, incapaz de se adaptar ao sistema que faz o mundo girar.
Ok, o dinheiro pode até não trazer felicidade, mas infelicidade é obrigatoriamente conquistada quando você nao tem um vintém no bolso.
As pessoas trabalham cada vez mais por dinheiro, roubam por dinheiro, pisam umas nas outras pra chegarem onde querem, sem se importar se somos seres humanos e se merecemos respeito, independentemente, do estado do nosso bolso.
Talvez as pessoas nem param pra pensar nisso, ou se param, param tempo insuficiente pra enxergar a realidade.
De repente, inventaram uma moeda, que se troca por produtos que fabricamos, cultivamos, criamos, projetamos, entre outros, para simplesmente termos moedinhas para comprar o que o nosso próximo fabrica. Isso não é estranho?
Nao é estranho como as pessoas vivem mal, trabalham feito condenadas, nem veem seus filhos direito, mal dormem, só para rechear a poupança no banco?
não é estranho que pessoas matam outras pessoas só para ter mais, mais, mais dinheiro?
Pra mim, não faz sentido você humilhar uma pessoa, rebaixá-la e menosprezá-la só porque você têm umas cédulas a mais do que ela. Nao faz sentido você mentir, criar situações, alterar os fatos, só para ter mais dinheiro.
Não faz sentido viver a vida toda trabalhando, pagando uma certa quantia, para depois, na sua velhice, quando suas pernas nao tem mais tanta força, seus dentes já nem são tão resistentes, seu estômago já nao tolera tantos tipos de alimentos, você simplesmente receber um dinheirinho (INHO mesmo!!!) para gastar (com remédios, que é o que a maioria faz!).
Nao faz sentido ralar a vida toda, sem aproveitar o bastante, pra depois usufruir de algo que já nem importa tanto assim.
Bem, nao vou ser hipocrita e dizer que nao gosto de ganhar dinheiro, que nao preciso disso e vou viver bem a vida toda sem!
Eu preciso, assim como todo mundo. Mas, nao faz sentido nenhum pra mim, conquistá-lo sem merecê-lo, sem honestidade, sem valores.
Ah, valores!!! Quem os tem? De quem vale mais?
Tem um trecho da musica do Frejat que é bem bacana, gosto muito.

"Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem..."
(Amor pra recomeçar)

É isso ai, ta registrado aqui minha revolta!
Por favor, me deixem em paz, e fiquem com o seu maldito dinheiro.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010


De repente eu ligo minha televisão e escuto: "Vou melhorar isso, minha prioridade é aquilo, eu farei isso... bla bla bla"
O mesmo discurso a cada 2 e 4 anos, com a mesma cara de gente decente.
Sempre as mesmas propostas, afinal, os problemas nao mudam, são sempre os mesmos, não existe melhorias significativas o bastante para investir em outras áreas.
É sempre a educação, a saúde, a segurança, e outras coisas que já deveriam estar ajustadas há muito tempo.
Hoje, fui em um posto de saúde público e fiquei esperando mais de uma hora pra ser atendida... No mesmo momento da minha espera, passava na TV uma candidata ao senado, falando que sua prioridade é a saúde. Eu, naquele ambiente tão precário, não só na estrutura, mas no atendimento, no auxílio, ouvindo aquela mulher, que provavelmente tem um plano de saúde bom, falar sobre algo que, na realidade, ela nem sabe como é efetivamente. Algo que ela ouve falar, mas que nao tem nenhuma proximidade com a vida dela.
Não sei o que sentiram as pessoas que também estavam esperando ser atendidas, mas não só senti revolta, mas senti vergonha, vergonha de fazer parte da sociedade que ouve pessoas ridículas como aquela mulher, ouve propostas sempre iguais, sem nenhuma mudança.
Vergonha de fazer parte de um povo que ta na merda, mas com a televisão ligada vendo a vida boa do pessoal da novela.
vergonha de ficar feliz por ter uma televisão no posto de saúde, enquanto espera mais de uma hora, se sentindo uma verdadeira panaca.
Bem, essa época do ano me deixa bastante irritada, porque nao aguento mais as pessoas aparecendo na minha tv, depois que ja estão lá, pedindo licença pra entrar na minha casa (?) e falando um monte de coisa que eu já to cansada de ouvir.

C A N S A D A.

Então, senhores palhaços políticos, parem de falar, parem de fazer cara de legais, parem de pedir votos, parem de ser hipócritas, parem de pedir licença, parem de ter horários políticos imbecis, parem de beijar crianças, parem de pensar que somos tão idiotas e que vamos pensar que vocês vão mudar o nosso mundo, um mundo que vocês não conhecem, nao sabem como é, e nao querem mudar. Parem de fingir que querem uma boa educação, porque nao querem! Não convém tornar as pessoas críticas, porque se cada um tiver um pingo de cérebro, vai acabar percebendo o quanto somos manipulados, o tempo todo, né? O quanto vocês são ridículos e o quanto nós podemos melhorar toda a situação.
Mas não convém. Não mesmo.

Parem de respirar!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Insegurança



Fecho os olhos, sinto o vento, sinto o doce vento.
Eu preciso sentir mais. Preciso ir além do que as palavras dizem...
Preciso aprender que as vezes minhas pernas podem caminhar sozinhas, e vou ter que aprender a crescer e andar... Ir, seguir minha estrada, com minhas próprias pernas.
Preciso colocar na cabeça que uma hora ou outra eu simplesmente terei de fechar os meus olhos e sentir...
E mesmo que bater uma pontinha de solidão, bem pequenininha, brotando lá no fundo, eu vou conseguir seguir adiante, pois, afinal, eu preciso seguir...
E quando eu finalmente aprendi a caminhar com minhas próprias pernas, escolhi um novo caminho e hoje tenho que reaprender tudo outra vez, mas com um significado diferente.
As vezes tenho a leve impressão de que preciso me apegar mais comigo, me preocupar mais comigo e ser feliz comigo mesma. Ocupar minha mente com coisas que me satisfaçam e me deixem feliz, mesmo que o tempo demore pra passar.
Feche seus olhos para o mundo e veja o que há dentro de você. É isso mesmo?
A verdade é que nem sempre consigo ser uma pessoa segura, confiante e me sinto estranha por isso, mas não irreal. Insegurança... Sim, pura insegurança...
Mas estou bem, porque aqui posso ser sincera.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quando os olhos não veem e o coração sente.

Esses dias tive uma aula de filosofia e meu professor teve a feliz ideia (sem ironia, sério) de passar um documentário muito bacana: A janela da alma.
Adorei.
Gostei muito do documentário, porque além da crítica que ele propõe existe também uma sensibilidade muito grande e me fez pensar.
Trata-se de histórias de pessoas que veem a vida com outros olhos... Não quero detalhar porque se você ainda não viu, é uma boa correr atrás e assistir também.
Mas, esse documentário me fez pensar em muitas coisas, e entre elas, o fato de como eu vejo a vida, as pessoas, os sentimentos, e tudo mais.
Nem sempre dou valor para as coisas que me cercam, nem sempre quero me preocupar com tudo. As vezes paro pra lembrar da "pequena Aline", que sorria ao ver algo novo, que vivia curiosa e cheia de vontade de aprender e ver a vida com outros olhos.
Hoje, mesmo cheia de sonhos e vida, tenho um pouco de preguiça de fechar os olhos e ver a vida com o coração. Acho meio dificil acreditar nas pessoas, sentir que elas estão sendo verdadeiras, sei lá. Não é todo mundo que me convence, e nem é por maldade que eu venho pensando assim.
Durante o documentário, um entrevistado fala assim: "Para conhecer as coisas é preciso dar a volta"...
É preciso tentar ver com os outros olhos. É preciso ir além da aparência, ir além das influências, ir além da primeira impressão, porque, ela não precisa ser exatamente a que fica em nossas mentes, precisa?
As vezes, é preciso topar com alguma dificuldade para, finalmente, conseguir ver outra maneira, outra saída.
Me pergunto porque é que eu me conformo as vezes e não dou a volta pra conhecer melhor.
A gente só se surpreende e para pra prestar atenção naquelas coisas grandiosas, inusitadas, que viram notícia e morrem no dia seguinte. Mas as pequenas coisas, a gente não olha mais, não admira mais e aposentamo-as no fundo de uma gaveta qualquer, ou simplesmente deixamos de lado..."Temos tudo em excesso. (...) E as histórias simples nós nao vemos mais." (outra citação durante o documentário)
Li um livro uma vez, sobre filosofia mesmo, que falava sobre como nós somos acostumados com a vida, por isso as vezes não somos felizes com nada.
O autor chamou a atenção para a felicidade de uma criança quando vê um cachorro, o seu entusiasmo. A criança acabou de chegar à vida, tudo pra ela é novo, e ela nem se espanta quando se pega dizendo: "olha um au-au".
Mas nós não. Nós achamos ridículo quando um adulto admira a cidade, os prédios, o formato das árvores... Porque na verdade, esquecemos de como é tapar os olhos e ver com o coração. Estamos cansados demais, ocupados demais...
Apenas as pessoas que não veem a cor e os detalhes das folhas de uma árvore é que sabem, que quando os olhos não veem o coração sente, o coração vê, e vê além do que os olhos podem enxergar.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

De volta pra casa.


Me perco de novo, outra vez.
Me pego pensando, refletindo, chorando, querendo sair correndo daqui... Para algum lugar, mas que lugar?
Me pego feliz, pensando na vida, fazendo alguns planos, querendo viver tudo logo de uma vez...
As vezes me sinto sozinha, perdida no espaço de quatro paredes.
Me sinto feliz por poder correr... Correr e ir para bem longe... E depois, correr de volta pra casa, cheia de saudade e com uma carta no bolso da blusa.
Com um abraço, é capaz de me fazer voar distante, pra longe das quatro paredes, pra dentro de mim, pra dentro de você...
Com um abraço, me faz chorar, sentir mais saudades, querer te ver outra vez.
Com um abraço, me faz transbordar de alegria, me faz sentir VIVA e cheia, cheia, cheia de amor, até a tampa.
Me apaixona. Me faz querer rir, cantar uma canção, fazer uma cóssega e dormir.
Consegue me fazer pensar que eu queria que as horas voassem, passassem logo de uma vez e me fizessem te encontrar e parar no tempo.
Relógio ingrato! Estaciona quando quero que trabalhe e trabalha, com fervor e pressa, quando eu só quero mais 5 minutos...
Me encontro de novo, outra vez.
Já nem penso, nem reflito e nem quero mais chorar... quero ficar aqui, nesse mesmo lugar.
E toda vez que eu, finalmente, encontro o meu lugar, já é hora de ir de volta pra casa...
E eu te amo cada dia mais. E mesmo que eu vá pra casa no fim do dia, meu pensamento não vai comigo, fica ao seu lado, cuidando de tudo, até eu te encontrar de novo ♥

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A escolha certa.


As vezes me pego pensando nas coisas que a vida me proporcionou, nas escolhas que fiz, nas coisas que tenho e como isso tudo é culpa minha.
Sabe aquelas velhas fotos que mostram um caminho e em um determinado momento as pessoas deparam-se com dois caminhos diferentes? Se deparam com uma escolha, um rumo diferente? Ou é esse ou aquele, não dá pra ser meio termo.
E então, você escolhe! Você decide ir para um lado e pagar pra ver o que aquele caminho irá te proporcionar, se depois de algum tempo, vai ter sido mesmo a decisão que te faria mais feliz.
Muitas pessoas já escolheram. Mas, depois de andar algum tempo, perceberam que naquela estrada não tinha coisas que lhe faziam plenamente felizes... e tentaram voltar atrás. Não sei se é possível voltar atrás em alguma coisa, se é possível refazer a estrada, talvez sim, mas certamente não seria da mesma forma que seria antes... No mínimo a gente caiu em si, sofreu um pouco e percebeu que a flecha que apontava pro outro caminho, talvez, seria a mesma que te apontasse para a sua felicidade. Mas uma coisa é certa, como já dizia Cazuza, o tempo não para.
O tempo não volta, não volta mesmo.
Já fiz muitas escolhas. Já tomei muitas decisões e em meio a tantas coisas para escolher, escolhi o meu caminho e fui em frente.
Hoje estou feliz. Feliz de verdade. Porque sei que para alcançar grandes coisas, teremos difíceis tarefas e entre elas, a de escolher um caminho e seguir...
Hoje sigo meu caminho, sem olhar pra trás. Sem pensar no que eu poderia ter se tivesse ido pro outro lado. Continuarei seguindo, torcendo, e batalhando para continuar sentindo que fiz mesmo a escolha certa.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nem sempre!


Nem sempre tudo se encaixa. Nem toda flor tem cheiro bom, nem todo quebra-cabeça tem todas as peças, nem todos os passarinhos podem voar, nem toda esperança é a última que morre.
Nem todo caminho tem flores, mas todos tem pedras, buracos, montanhas, falhas.
Nem sempre falar é mais fácil do que fazer... Nem sempre é fácil ser forte.
Nem toda música tem uma bela melodia, nem todo abraço acalma nossa alma. As vezes, o próprio abraço foge da sua verdadeira intenção de abrigo e nos faz sentir perdidos, sem proteção, dizendo um adeus.
Todo nascer do sol é fantástico, nem todo mundo sabe disso. Nem todo sorriso expressa felicidade, nem todo sorriso é verdadeiramente profundo.
Nem todo dia a gente ta animado, nem todo dia sonhar é bom, nem toda vez estou certa do que eu quero.
Nem todo "Bom dia" é realmente um desejo de que aquele seja um dia bom. Nem toda palavra pode ser levada ao pé da letra.
Nem toda foto captura algo bom, nem todo mundo sabe dar valor para uma pessoa realmente especial.
Todo mundo sente saudade. Saudade do tempo que passou, saudade das pessoas que se foram... Saudade das oportunidades perdidas.
Nem todo mundo sabe a sensação de ler um bom livro, ouvir boas reflexões da vida e refletir sobre a própria vida.
Nem todo mundo entende o que a gente quer dizer. Nem sempre entendo o que eu quero dizer.
Nem todo mundo enxerga que um erro pode ser visto como motivação, que a vida nos permite tentar e tentar de novo, sem rir da nossa cara se não vencermos um ou outro desafio do dia a dia.
Nem todo dia eu paro pra pensar na vida, nem toda vez penso no que falo, nem toda pergunta eu sei responder, e isso eu não vou saber nunca.
Não é todo mundo que mostra o que sente, mas todos sentem. Todos sentem. Todo mundo sabe onde o calo dói.
Todos cometemos erros, sempre, mas não é todo mundo que está disposto a tentar de uma forma diferente, e com isso, prefere sempre errar, sem culpa.
Todo mundo fica indignado com a robalheira que eles mostram na tv, nem todo mundo muda alguma coisa, nem todo mundo percebe que já se acomodou, tranquilamente.
Nem sempre sei agir com maturidade, sem sempre sei ser legal ou inteligente. Nem sempre consigo ficar bem, nem sempre sou sorridente.
Nem sempre sei lamentar, nem sempre gosto de chorar, nem sempre ligo pras besteiras que eu falo e ouço.
Agora, estou feliz por poder ser sincera e estar aqui escrevendo o que eu quero escrever. Nem sempre vou dar valor pra isso.
A única coisa que é constante é a nossa mudança. Um dia eu penso isso, outro dia acho que eu tava louca. Ainda bem que a gente muda... ou, nem sempre.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

T é d i o .


Quando o tédio bate o que a gente faz?
As vezes a gente fica numa boa, meio a toa, sem muita coisa pra pensar.
Bate o tédio, bate a preguiça, bate a solidão. Em mim bate e bate forte.
Tem dias que me sinto muito bem quando estou assim, com tempo pra mim,
pra pensar na minha vida e fazer as coisas que me fazem bem. Mas nem sempre
tenho essa sensação de "estar bem" e me sinto meio fora do lugar.
Como se as vezes faltasse coisas, tivesse incompleto e o relógio... Hum, o relógio para!
Fica estabilizado, fica parado, cheio de orgulho, querendo me provocar.
Insisto em fazer algo, ler alguma coisa, escrever um texto... Mas tem dias que não sai nada, o tédio me domina e eu fico ali, afundada no nada.
Confesso que nem sempre quero um tempo livre assim e quando consigo sem querer, fico pensando bobagens, cheia de vontade que o tempo passe. Demora, mas ele passa.
Depois, tudo fica bem, sempre bem.
Duvido que alguém nunca tenha se sentido assim, talvez nao da mesma forma, mas a mesma sensação.
Vai dizer que não dá um tédio, uma vontade de fazer algo e nem sabe o que.
mas, quando não temos tempo nem pra respirar direito, bem que dá saudade dessa sensação de "to a toa".
hahahahaha, vai entender. Vai me entender! Vai te entender!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Vem do alto

Hoje tive a oportunidade de presenciar uma cena cativante.
Quando fui ao médico me deparei com algo que nunca tinha visto. Na clínica que eu fui são feitas sessões de fisioterapia. Assim que a secretária me atendeu, chegou uma mulher com uma menina no colo, com alguma deficiência que não sei qual é.
A menina era linda, era alegre e espontânea. Quando o médico a viu, conversou com ela normalmente e naquele momento eu me senti limitada... Limitada porque eu fiquei calada... Eu não conversei com ela, nao disse como era linda e que a sua alegria me contagiava. Me senti limitada por sentir vontade de chegar mais perto, mas nao o fiz.
Depois de falar com ela, o médico pegou a garotinha no colo, como um pai carinhoso, cheio de amor. Conversou com ela, balançou ela e fez ela se sentir bem, mesmo indo para uma sessão de fisioterapia chata e cansativa.
Aquele médico me fez pensar no que realmente vale a pena. Com aquele gesto singelo ele conseguiu me mostrar que seguiu o que seu coração mandava, me mostrou que resolveu fazer na vida aquilo que lhe dava prazer, seguir o dom que Deus havia lhe dado.
Fico aqui imaginando a felicidade que a garota sentiu, já que sua euforia deixava isso muito claro. Fico imaginando a cabeça daquele médico na hora de ir dormir, lembrando de como foi seu dia e dormindo tranquilo por ter feito tudo com carinho.
Lógico, não sei se ele é assim todos os dias, se as vezes bate o cansaço e o desânimo e ele tem vontade de deixar tudo pra lá... Mas sei que hoje, ele me fez refletir...
Me fez pensar como seria bom se todas as pessoas seguissem o seu coração e fizessem aquilo que elas realmente gostam...
Teríamos mais médicos dedicados, os melhores professores, os melhores taxistas, os melhores desenhistas, melhores em qualquer área. Por mais difícil e complexa que ela seria...
E o dinheiro... Ah! o dinheiro... O dinheiro seria uma consequência de um bom trabalho. Seria uma espécie de "recompensa" pelo esforço. Mas, se bem que pensando melhor, quer melhor recompensa do que acordar todos os dias e ficar feliz, por poder fazer algo que gosta e se dedicar sem medo?
Hoje essa cena me fez pensar no que estou fazendo para, além de mim, proporcionar a felicidade das pessoas com o meu trabalho, com o meu esforço.
Sei que as chances daquele médico ler isso são muuuuuito remotas... Mas se ele pudesse ler, eu gostaria que ele soubesse como uma atitude tão singela pode fazer toda a diferença, pode fazer algo tão difícil se tornar mais fácil, e trazer esperança.
Me trouxe esperança... me trouxe esperança...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Uma joia rara. Raríssima.


As vezes, coisas tão bobas que acontecem no nosso dia a dia, nos rendem pensamentos, conclusões e, no meu caso, um texto!
Certas coisas a gente carrega desde que nossa personalidade começa a se formar... Algumas coisas a gente vai aprendendo com o tempo, como aprender o que é certo e o que não é, a desenvolver sua maturidade, seu raciocínio... Mas algumas coisas não tem jeito, tá com a gente e ponto.
Tem certas coisas que nem é mais questão de ponto de vista, não tem o que ajeitar... Ou tem?
As vezes as atitudes das pessoas me deixam muito confusa. As vezes a gente faz uma coisa e fala outra, quem é que nunca fez isso sem ao menos perceber? todo mundo faz.
Ta, somos humanos, falhamos e pronto. Todo mundo erra, nao adianta fazer careta e pensar: "Ah, eu nunca fiz isso", faz sim, e ta fazendo agora pensando isso! ;)
Há certas coisas que não tem como cobrar das pessoas, porque elas não têm!
Pronto, fácil e simples assim! Elas não têm.
E o pior é quando ela nao sabe disso!!! (não sabem? sei!)
Ta, chega de enrolação...
To falando de CARATER.
To falando daquela joia rara que muitos dizer ter, mas nao tem: HONESTIDADE!
Você aí, você é honesto?
Você tem caráter?
Sei lá, é tão difícil conviver com pessoas que fazem o que for por interesses pessoais... Não estão preocupadas se as pessoas tem sentimentos, vontades, desejos, projetos, se elas tem VIDA PRÓPRIA.
Não, não importa nada disso. Eu vou fazer, não importa se estou sendo desonesto com alguém, eu quero é ser feliz \o/
Felicidade oca!
Felicidade vazia, sem base, sem sustentação...
Porque é uma "felicidade" momentânea, não tem raiz...
Eu não sei porque os valores estão tão distorcidos, não sei porque isso tá tudo errado...
E o que deixa mais indignação é o teatrinho. É aquela sensação de que nada está acontecendo e você está surtanto...
É complicado.
Não adianta, certas coisas não tem como mudar, ou se tiver, as pessoas não estão nem aí pra isso...
Eu só sei que esse tipo de coisa é de cada um, é questão de cada um parar e pensar... Não tem como pegar um martelo, abrir a cabeça da pessoa e enfiar isso lá.
É aquela velha história da Flor da honestidade... Sem dúvidas, se isso fosse feito nos dias de hoje, iriam aparecer as mais belas flores... Flores vazias, sem pureza.
Com certeza tenho muito o que aprender, tenho muito o que entender...
COm certeza...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Minhas fotos de volta \o/


Andar de skate com você Gi ♥ → → →
"E se eu tiver afim..." ↑

Sítio do meu avô ♥ → → →

Tedy *-* Saudades! ↑

← ← Jaboticabaas *----*

Estou aqui, ouvindo uma música calma e relaxante. Não sei o que ela diz e nem quero saber, apenas quero ficar aqui imaginando o que vier a cabeça e deixar tudo criar asas.
Ultimamente minha vida tem estado tão boa... Sim, "são os ventos da mudança".
Hoje, posso sentar e escrever tranquila, posso assistir um bom filme, ler meus e-mails e tudo sem muita pressa. Férias, ah, as férias!
Logo logo minha vida boa acaba, mas enquanto não acaba, vou disfrutando um pouco mais.
Estou feliz, feliz mesmo. Andei passando por fases difíceis, mas elas passaram, como tudo na vida. Não vou dizer que é fácil, isso seria hipocrisia depois te tudo, mas eu consegui sobreviver.
É ruim passar por certas coisas, mas, as vezes, é até necessário. Ninguém quer nascer e morrer imaturo, sem experiência. Eu pelo menos não quero não.
Mas, deixa esse assunto pra lá, já passou e nem sei se vale a pena relembrar de tudo.
Nos últimos dias algumas coisas me tiraram do sério. Cada um é cada um, mas falta de caráter é intolerável. Não tenho muita paciência com isso, mas talvez também seja outra coisa que devo irrelevar agora.
Estou passando aqui só pra deixar registrado como minhas férias estão boas, apesar do tédio que bate as vezes. Sou muito elétrica pra assistir televisão, nem sempre consigo. Ainda mais tanta porcaria que tem passado, ah, enche o saco. Rsrsrs
Nao, nao estou irritada, não estou brava e nem com falta de paciência... Eu sou assim mesmo, nem tem como explicar, hahahaha =D
Ah, hoje encontrei um cd com algumas fotos que foram tiradas há algum tempo... Me bateu uma saudade de tanta coisa, relembrei alguns momentos tão bons, que com a correria do dia a dia nem tem como lembrar. Foi bom ver tanta coisa legal, ver que não tinha perdido o cd e que vou poder olhar as fotos sempre que a saudade apertar... Uma forma de conforto, talvez.
Pra falar a verdade, tem algumas fotos que eu nem me lembrava mais... Aí, é melhor ainda...
Mas, uma coisa estranha, é que no momento em que bati as fotos, eu nao tinha coisas que eu tenho agora, assim como eu tinha coisas que eu nao tenho mais. E ambas me fizeram muita falta... Como se agora me deixassem sentir incompleta.
Eu sei que nunca teremos tudo, que a vida muda, que tudo é assim e blablablabla... Mas bem que dá vontade de juntar tudo e saber como é.
Enfim, estou feliz por ter as fotos de novo, por ter chegado até aqui e por continuar adiante!
Vou colocar alguma(s) foto(s) pra deixar aqui guardadinho ;)
I feel good =)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E quem vê de outra maneira?



Hoje, uma pessoa me disse que eu me acho e que sou mesquinha. Disse que não tenho humildade e o que me diferencia dela, é que ela é mais humana do que eu.
Que talvez mudaria de ideia com relação à mim, se um dia eu fosse pro hospital arrebentada por tentar pegar um gatinho em uma árvore e ela, na condição de enfermeira, fizesse meus curativos.
A pessoa que disse isso não faz diferença nenhuma na minha vida, não é querida por mim, nem amiga, nem me presenteia no meu aniversário.
Quem me disso isso, disse que me conhece, por já ter estudado comigo e por ter feito teatro, mas nunca me deu um abraço e nem me perguntou porque eu chorava em algum dia difícil.
Não conhece minha família, não conhece meus sonhos e nem sabe que música eu escuto para relaxar. Quem me disse isso, nunca foi comigo ao cinema, não me deu a mão quando eu caí, e nem me consolou quando perdi alguém que eu amava...
Quem me disse isso me viu nervosa por algo que deu errado, chateada por um motivo qualquer e rindo demais por uma coisa insignificante, para ela.
Me viu engrandecida por uma vitória, com orgulho por um trabalho bem feito e mandona por algo que não estava bom. Me viu opinar, me viu brigar, me viu exaltada e cheia de mim. E não me viu depois de tudo. Foi embora, com a ideia correta, mas isolada, sem nada mais pra complementar. E isso basta, não basta?
Quando você vê uma pessoa fazendo algo que "você não faz" não te deixa indignado? Você, automaticamente, já não fica com uma certa distância e acha que jamais vai se aproximar daquela pessoa?
Eu sim. Mas isso basta para dizer que conhece e não gosta?
Muitas pessoas gostam de mim. Muitas pessoas me querem bem e torcem para que eu vença na vida...
Aquela pessoa que já me ajudou, já me viu fraquejar, chorar, desanimar, com certeza, não me acha desumana.
Quem já me viu batalhando, certamente, não pensa que tenho tudo nas mãos e que me engrandeço por isso. Quem já me viu cair e seguir em frente, certamente, não vai achar que sou orgulhosa quando eu finalmente conseguir chegar lá.
Mas, existirão sempre as pessoas que me veem como terra árida, improdutiva e outras como um lindo campo florido.
Posso julgar quem não gosta de mim? Não.
Posso julgar quem gosta de mim? Não.
O máximo que eu posso fazer é ter personalidade, não ser uma zé-maria que faz tudo para agradar os outros sem me importar comigo e com meus ideais, e saber que TODAS AS PESSOAS SÃO DIFERENTES, UNICAS E ESPECIAIS.
Podemos ter ideias em comum, mas jamais, jamais, seremos iguais.
Posso não ter humildade para uns e ser humilde para outros.
Posso não ser humana para uns e ser muito humana para outros.
Mas, com toda certeza, serei eu mesma, querendo ser melhor para mim, para as pessoas que me amam e para Deus, que é o único que conhece meu coração, meus pontos fracos e meus pontos fortes.
Que é o único que pode me mostrar qual caminho devo seguir, qual buraco devo tapar e que lado de mim deve renascer todos os dias.

domingo, 27 de junho de 2010

É hoje!


Acordei e olhei pela janela e tive o mais lindo Bom Dia. Me deparei com um céu azul, um sol brilhante, um ar fresco e um novo dia para começar...
Então, decidi ter um dia novo, novo de novo, mais uma vez.
Estava aqui pensando e acredito que hoje é um dia especial. É hoje que eu posso voar. É hoje que eu posso escalar montanhas. É hoje que posso beber da mais pura água e sentir o vento mais fresco no meu rosto. Hoje, posso correr sem limites, posso pular mais alto, escutar uma nova música, compôr uma nova melodia, abraçar alguém especial, conhecer a mim mesma, matar a saudade aqui dentro do peito.
Hoje, eu posso abraçar mais forte.
Hoje, eu posso amar mais uma vez, posso correr risco, aproveitar uma chance e conseguir.
Hoje, eu posso amadurecer... Posso ouvir uma nova história e rever meus pontos de vista...
Hoje eu posso cair, posso me machucar, posso me decepcionar... Mas posso recomeçar sem medo.
Hoje, sou reflexo do que aconteceu ontem, e é no hoje que o amanhã vai se basear...
Hoje eu quero sorrir.
Quero sentir alegria, escrever uma carta, olhar um velho álbum de foto e me sentir bem...
Hoje pode ser o dia mais incrível do mundo... E isso depende de quem?
Já ouvi muitas pessoas dizerem que a felicidade está dentro de nós. Já falei isso, verdadeiramente...
Então, quando é que a gente encontra essa felicidade? Quando é que nós nos propomos a encontrar essa felicidade de verdade e não apenas dizer "eu sou feliz" e nem pensar sobre isso?
Hoje é o dia. É hoje, somente hoje, que você pode pensar sobre isso. Somente hoje que seu dia pode valer a pena. Somente hoje você pode buscar a felicidade que tanto a gente ouve falar...
É sua chance! É a minha chance!
Hoje é o dia ideal para pedir desculpas, é o dia ideal para perdoar alguém.
É o dia ideal para escrever um bilhetinho, dar um bom dia animado, roubar uma flor, tirar uma bela foto, abraçar sinceramente, e ser feliz.
Hoje é a única chance. É a única chance de acreditar que você pode mudar a sua vida. É a oportunidade que você tanto esperava. Ta aí, a sua oportunidade acaba de nascer e está pronta para ganhar forma, para ganhar vida!
Hoje é um dia mais que especial.

sábado, 19 de junho de 2010

Bem longe de ser do Primeiro Mundo

Logo de manhã já é possível encontrar a hipocrisia que o discurso de muita gente na mídia mostra. Lá pelas 6 horas da matina já é muito evidente os problemas que encontramos no transporte público.
Já vi e ouvi muita gente expondo sua felicidade por morar em uma cidade onde o transporte coletivo é de 1º mundo, que a qualidade é ótima e as condições de acesso estão cada vez mais facilitadas.
Mas, o que considero mais distorcido é o fato de nunca encontrar essas pessoas nos horários de pique dentro de tubos, terminais e outros pontos de espera de ônibus. As pessoas que vejo, são aquelas pessoas cansadas, não só cansadas de tanto trabalhar durante o dia, mas também cansadas de ouvir sempre a mesma coisa e não notar melhorias.
É também evidente que somente aquelas pessoas que sofrem o processo é que sabem quais os defeitos que se encontram diariamente. É como quando existem aquelas reuniões dentro dos setores de uma determinada empresa e o seu encarregado vai tentar mostrar ao chefe os problemas existentes na linha de produção, sem ao menos nunca ter executado o trabalho e sem saber, realmente, onde são necessários os ajustes.
Então, como é que alguém que anda de carro novo, vai e vem pela cidade sem dificuldade pode saber o que é ou não um transporte de qualidade?
Certamente, se questionarmos aquelas pessoas que necessitam do transporte coletivo todos os dias, nos horários onde existem mais pessoas, elas vão mostrar indignação quando ouve algum “dono da URBS” falando que o serviço está melhorando cada vez mais e é considerado de primeira qualidade. Mas não é. Quem vai em pé, apertado, sem nenhum tipo de conforto, e além de tudo, precisa esperar 30 ou 40 minutos até chegar o ônibus, sabe muito bem que tudo isso não passa de um discurso fraco e mentiroso. O transporte coletivo não é bom, não é satisfatório e está muito longe de ser algo de primeira qualidade.
Sem mencionar também o valor da tarifa. Agora, com chances de aumentar, deixam as pessoas ainda mais indignadas. Usam sempre a mesma desculpa, que a passagem no domingo é mais barata, mas para compensar, aumentam a tarifa dos outros dias da semana, e o serviço prestado continua o mesmo.
E com todos esses problemas, fazendo parte das pessoas que utilizam esse meio de transporte, fico aqui me perguntando, se isso é mesmo transporte coletivo de 1º mundo, como é que são os de 3º mundo? Quais são as condições de transportes inferiores? E qual o discurso dos donos desses transportes e se eles admitem a má qualidade do serviço.
Isso eu não sei. Só sei que quando encontrar uma pessoa que elogia o sistema todo e estiver andando de carro eu vou mesmo é pedir uma carona.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Que tal uma dose de férias?


Leia livros, leia jornal, leia revistas, leia sites da internet. Leia a minha mente.
Talvez esteja mesmo na hora de me desligar do mundo e dormir um pouco mais. Ler algo que me agrade e que, se eu esquecer o livro na cabeceira na cama, não vou tirar zero na prova por não ter terminado de lê-lo.
Que tal curtir as palavras? Ler no ônibus, no quarto, na sala... Sem protetor auricular.
Ler sem compromisso, sem pressa, sem vontade de jogar o livro na parede.
Ler na boa, ficar a toa, dormir e não me preocupar com o tempo...
Ler devagar, entendendo tudo, sem voltar duas ou três vezes para entender um páragrafo de quatro linhas.
Ler coisas que façam rir, chorar, que deixam com incerteza, que despertem paixão... Coisas que me façam refletir sozinha, sem a necessidade de censurar nada.
Ler é bom. Bom pra alma, bom pra cabeça, bom para as palavras... Mas nem tudo é bom de ler...
Detestável é pegar um livro e sentir raiva dele. É não entender nada, sentir vontade de parar e não poder fazer isso.
Agora quero ler algo novo, fora do que sou obrigada a ler sempre. Algo que me envolva e me deixe livre para continuar ou desmarcar a página.
Agora quero ser impaciente, ler com ansiedade para ver logo o que acontece... E, quando finalmente chegar a última página, ver que já acabou... Que eu era feliz e não sabia.
Quero descanso de leituras massantes, de palavras difíceis demais e de tudo que me deixa cansada.
Quero férias de conceitos, de frases estabelecidas e de regras que alguém criou...
Quero poder ser livre para escolher entre o que me faz bem e o que me deixa querendo uma dose de férias.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Girafa de Grife


Depois de ouvir esse título adorável, senti uma inspiração vinda do fundo do estômago e resolvi dar um pulinho aqui, para chutar o balde, estourar a boca do balão, botar a boca no mundo...
Resolvi dar as caras para falar sobre as queridas "Girafas de Grife" que me encantam tanto!!! (I love you baby!)
Confesso que não é algo fácil de falar, estou até um tanto quanto tensa, em pensar em tocar em algo tão delicado.
Sim, as nossas amadas Barbies vão dominar o mundo.
Com sua arrogância, superficialidade e alienação colocadas na bolsa pink, elas vão sair por aí com seus discursos chulos, fracos e preconceituosos.
Primeiro papo é como escolher o sapato certo! Qual cor combina mais, qual sapato vai fazer sua amiga sentir mais inveja e qual deles vai fazer o seu pé doer mais no fim do dia.
Os mais chiques são, sem sombra de dúvida, aqueles que deixarão sua joanetes maior. Ah amiga, é o preço que se paga para ficar linda e exuberante, fazer o que? *-*
Depois, vocês vão tomar um suco (light, por favor)e discutir sobre quantos quilos você tem que perder (TEM QUE PERDER!!!) para entrar em um modelito novo. Detalhe: 3 tamanhos abaixo do seu número atual! Se vira bem, para ficar bonita suas costelas tem que quase furar o pano da blusa, senão, ta gorda! Vá malhar.
Se o cabelo não ta bom, chapinha neles! Não dá para sair de casa com o cabelo ruim. O que vão falar de mim?
Se sair uma espinha na pele de pêssego, o mundo acaba!
As unhas tem de estar perfeitas, unha ruída é o fim da picada.
Após todo esse papo produtivo, para fazer você se sentir linda, que tal discutirmos sobre problemas sociais?
Sim, problemas sociais!
Que tal fazermos um protesto para tirar a favela do meio da cidade maravilhosa? Afinal, eles são um problema para nós! Acordar todo dia, e ir olhar o mar da minha sacada e encontrar uma favela, um monte de gente pobre e sem sapato da moda, vai acabar com meu dia, minha cidade, minha reputação.
Alguém tira eles de lá e levem para a periferia, lá é melhor.
Afinal, é muito mais fácil assim. Fácil e cômodo.
Para que vou me preocupar com eles, se preciso de uma bolsa nova?
Ai, que povo fútil!
Bye Baby


(Crédito título: Bruna Cardoso)

sábado, 22 de maio de 2010

Espero, de coração!


Quando os anos se passarem, quando eu conhecer mais da vida e ter passado por muitas experiências, diferentes das que eu vivi até hoje, quero poder olhar para mim e me reconhecer.
Quero poder crescer, sem me preocupar com o tempo...
Quero parar para pensar e ver que eu ainda tenho muitos sonhos.
Que ainda acredito em mim, ainda acredito nas pessoas...
Espero não ter desistido dos meus sonhos, e ter mudado, para melhor...
Espero ainda gostar das coisas simples e acordar vendo a vida com bons olhos...
Espero não dizer o mesmo que ouço agora... "Isso é besteira.."
Espero continuar querendo ter uma vida simples, com o brilho próprio que a vida tem e não me preocupar com coisas superficiais, que não trazem a felicidade que eu preciso...
Espero não me tornar uma pessoa fria, que não se importa com o que pessoas sentem.
Quando vejo alguém desistindo de seus sonhos, desejo ardentemente que ela volte atrás, que lute pelos seus objetivos e que não pense que está velha demais...
Quero poder olhar pra mim e lembrar de quando era criança... e perceber que não me tornei algo que eu abominava...
Espero não ter perdido o ânimo e a fé.
Quando o tempo passar, espero ver o resultado dos meus atos de hoje, espero de coração que eu esteja fazendo a coisa certa, e não me arrepender depois...
No geral, quando paro para analisar "pessoas adultas" vejo "pessoas conformadas"...
Me sinto ofendida quando alguém me olha e diz: " Ah, essa idade é assim mesmo! Vocês querem mudar o mundo..."
Mas, espero não me acomodar com as coisas que me incomodam, nem me conformar com as injustiças que me cercam...
Espero batalhar! Batalhar por mim, batalhar por todos aqueles que precisam de ajuda...
Espero ter força... Força para lutar, força para continuar, força para levantar dos tombos, força para acreditar na vida, sempre.
E, quando tudo isso passar, espero olhar para minha vida e ver que eu não desisti... Que meus sonhos nunca foram besteira, que eu não perdi a esperança e que vale muito a pena viver!!!

segunda-feira, 26 de abril de 2010


Amanheceu. Logo percebi que continuava chovendo, mas dessa vez, a chuva estava mais forte...
5:00hrs da manhã, ta na hora de levantar da minha cama quentinha... L-E-V-A-N-T-A!!! Parecia que meu despertador gritava comigo, desesperado para eu nao perder a hora.
Acordei, levantei, me arrumei, saí.
Com aquela chuvinha gostosa, meu maior sonho naquele momento, era voltar correndo para os braços aconchegantes da minha cama, que já não estava mais tão quentinha assim àquela altura...
Maaaaaaas, eu tinha que ir e deixá-la lá, chorando. (ooh =/ )
Entrei no "Especial" e me deparei com aquela típica cena de segunda-feira: MAL HUMOR ESTAMPADO NA CARA DE TODO MUNDO. Sem exceção. Parecia que todas aquelas pessoas eram capazes de matar uma as outras, apenas com o olhar estressado, cheio de raiva daquela chuva toda.
Foi quando pensei: "Hoje, escrevo no blog". E eu ri. Fiquei rindo feito uma boba alegre em meio a um monte de rabugentos. Tudo bem...
Depois do "Especial" vomitar todo mundo no terminal, cada um foi para um canto, levando suas amarguras consigo e espalhando suas sementinhas azedas para as outras pessoas. Segui o meu caminho, entrando em outro ônibus, nada especial pra mim.
Depois de brigar pelo meu espaço na fila daquele tubo lotado, sosseguei. Fiquei pensando em como estava gostando daquele clima friozinho...Huuum... Tão bom!!!
Quando o ônibus chegou, as pessoas iam se empurrando, entrando descontentes por terem ficado sem bancos para sentar. Fui em direção a um banco unitário, para contemplar minha felicidade sozinha... maaas, veio um cara na mesma direção e perdi a disputa, olhando pra ele com um ar de reprovação, foi instantâneo...
Fui em outra direção e lá estava, um banco lindo e vazio me esperando... Fui em sua direção e sentei, feliz da vida.
Não pude ler, o motorista apagou a luz. Não consegui dormir e fiquei lá, fingindo ver algo através do vidro embaçado.
Quando finalmente parei de viajar na minha maionese, vi uma mariposa escorregando pelo vidro, querendo voar, batendo suas asas bem depressa, tentando agarrar o vidro com suas patinhas ásperas. Inútil. Ela continuava patinando, feito patinação na neve. Fiquei com dó dela, mas depois achei um pouco engraçado.
Depois de rir muito dentro do ônibus - rir de mim, rir das pessoas, rir da vida - desci e cheguei ao meu destino.
Fiquei pensando que gostaria de escrever isso tudo aqui, para não esquecer como começou bem minha manhã de segunda-feira...
Talvez eu queira fazer isso mais vezes... Quem sabe =)
Bjo.


(hahaha, visite: www.aline.com ;D )

terça-feira, 20 de abril de 2010

é...





Cada um carrega dentro de si, o motivo pelo qual quer caminhar, pelo qual quer ficar em pé, ou se cair, a razão por querer levantar... E recomeçar!
Olhar pro alto, respirar fundo, lutar para não chorar...
Mandar o medo pra longe e trazer esperança no bolso.
Cair não é fácil... Crescer e amadurecer é uma tarefa dolorosa, muitas vezes... Mas é necessário.
É necessário aprender que todo caminho, por mais florido que seja, tem, em algum momento, os seus buracos...
E é assim...
Difícil mesmo é se manter em pé! Sempre em pé...
Onde cada passo é um risco!